Relação com o sintoma – Amanda Tintori

Diante de uma queixa ou sintoma, o psicoterapeuta analítico entende que não lhe cabe simplesmente resolver, eliminar ou reprimir como proposta de adaptação a uma imagem de normalidade. Com o sintoma dialogamos, nos relacionamos, pois ele não é um problema em si, e sim a tentativa psíquica de resolução do problema.

A crise na qual um indivíduo se encontra é justamente o que aponta para sua transformação.

Em terapia, torna-se possível suportá-la e sustentá-la até que possa se desdobrar num caminho em direção à individuação.

‘O trabalho analítico deve procurar aprofundar e não corrigir o inconsciente, promover na consciência uma capacidade de submergir e se relacionar com águas mais profundas’.
(O arquétipo do puer e a linguagem analítica. Chagas, L. F., Cadernos junguianos nº 4)”

 

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Texto da Amanda Tintori, profissional aqui da Archés!