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Filme Análise – A Viagem de Chihiro

Filme Análise – A Viagem de Chihiro

Inscrições: http://bit.ly/archeschihiro

27.06.2019
Quinta-Feira, das 19h às 22h

Com:
Kauê Luiz Natario David (CRP 08/25320)
Sarah Siewert Rodrigues CRP 08/24580)

E formandos:
Gabriel Santiago
Gustavo Staidel

Dando continuidade ao Ciclo de Filmes-Análise da Archés com a temática oriental, venha conosco embarcar em ‘A Viagem de Chihiro’, filme que é um marco da animação oriental e ocidental!
Após a exibição do filme será aberta uma discussão sobre alguns dos temas que a permeiam, como identidade, transformação, juventude, símbolos, feminino, contos de fadas, entre outros. Todos esses temas tendo como base a Psicologia Analítica de Jung.

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Sempre guardei nas palavras os meus desconcertos

Reflexão do Diogo Guimarães, profissional aqui da Archés:

“sempre guardei nas palavras os meus desconcertos”
(Manoel de barros em Menino do Mato)

A terapia dá muita ênfase aos desconcertos existentes nas palavras, pelo menos tem sido assim na tradição de Freud, Jung e Hillman, cada um ao seu modo. Desconcertos foram o começo de tudo, quando Jung realizava o famoso Teste de Associação de Palavras, era no desconcerto que ele mais se atentava, não era nos acertos, mas nos erros, nos não-acertos, foi assim que percebeu que os ditos complexos afetivos eram efetivos no desconcertar a pessoa, que frente a uma tarefa simples (dizer o que lhe vinha a cabeça após a palavra estimulo) se desconcertavam tanto a ponto de demorar, rir, perder-se, falar algo que não devia. Era nos desconcertos que nós guardamos nas palavras, até então comuns e rotineiras, que nossos erros, sentimentos e nossa privada psicopatologia se vinha à tona e … Voilà! Ali nascia a psicoterapia, onde os analistas estão atentos para os desconcertos das palavras, o famosos atos falhos e chistes (piadas) psicanalíticos. Nossos erros nos conduziram para a nossa psyché (alma).

Para conhecer melhor nossos profissionais conheça nosso site: http://www.arches.psc.br/profissionais.html

A Archés realiza atendimentos psicoterapêuticos e também é um espaço de realização de cursos e grupos de estudos.

A quem a Psicologia serve?

Reflexão da Psicóloga Manoela da Rosa Marocco, profissional aqui da Archés:

‘Hillman traz uma crítica interessante sobre a própria Psicologia. Questionamentos sobre uma Psicologia que atende quase que exclusivamente às vontades de um ego-centrado. Integrar, conscientizar, adaptar, se tornam objetivos a serem alcançados na terapia/análise. Desta forma, banimos, destroçamos o que há de mais essencial à psique, que é sua diversidade (e isso inclui muitos outros seres, que não somente um ‘eu’) sua multiplicidade, sua capacidade criativa de produzir imagens/fantasias. Para onde tudo isso vai, quando nos engessamos de maneira rigorosa em atender a demanda dessa Psicologia ego-heróica? A quem essa Psicologia vem a servir?

O desconforto se faz necessário!’

 

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Relação com o sintoma – Amanda Tintori

Diante de uma queixa ou sintoma, o psicoterapeuta analítico entende que não lhe cabe simplesmente resolver, eliminar ou reprimir como proposta de adaptação a uma imagem de normalidade. Com o sintoma dialogamos, nos relacionamos, pois ele não é um problema em si, e sim a tentativa psíquica de resolução do problema.

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Estética e a percepção do mundo – Psicólogo André Saldanha Becker

Texto de um de nossos Psicólogos, André Becker:

“Um dos caminhos abertos em uma psicoterapia baseada na Psicologia Arquetípica, como ensina James Hillman, é o da recuperação da capacidade de reagir esteticamente às imagens que nos são apresentadas pelo mundo. Estética é a percepção das coisas através da excitação sensorial e imaginativa. Ou seja, ter uma reação estética ao mundo implica em deixar que todo e qualquer objeto e acontecimento excite nossos sentidos e nos cative, nos provoque, nos arrepie, nos assuste, nos fascine. Mais do que pela compreensão racional an-estesiada, uma resposta estética permite uma atenção demorada a cada detalhe daquilo que você está vivendo. Assim, situações, pessoas e coisas são percebidas e capturadas pela sua imaginação, que passará a ser estimulada a usar a habilidade criativa que lhe é inerente: transformar fatos (perdas duras, relações frias, crises estridentes, brigas feias, lembranças amargas, situações que não cheiram bem) em Poesia”.

Para conhecer melhor nossos profissionais conheça nosso site: http://www.arches.psc.br/profissionais.html

A Archés realiza atendimentos psicológicos e também é um espaço de realização de cursos e grupo de estudos.

(Imagem retirada de http://m.favim.fr/image/3988468/)

Palestra – Não Há Lucro nos Sonhos

Palestra – Não Há Lucro nos Sonhos

Nesta palestra vamos refletir e conversar sobre qual é a função do sonho e do sonhar, através de um debate pós-junguiano que se utiliza da dialética com eventos contemporâneos para criar reflexão psicológica a respeito da atitude do analista frente ao trabalho com os sonhos.

Local: Archés – Rua Itupava, 649 – Juvevê .
Horário: 19:00 ~~ 20:30
Investimento: 50,00

Inscrições: https://goo.gl/EXpZtm

Palestrante: Diogo Guimarães – CRP 08/21267